Gosto de pensar que os desafios que são entregues na nossa carreira têm relação com nosso propósito (ou nosso gosto por se aventurar). Nesta quase uma década como Designer de Experiências CxZ, vivi um pouco de tudo. Projetos imensos com recursos milionários, equipes gigantescas e tanto público que dava até medo. Projetos minúsculos com uma equipe mínima, recursos em que contávamos os centavos e aquele vai e vem de público feliz. E desenvolvi todos estes projetos e muitos outros sempre pensando em como desafiavam o meu propósito.
Porque, honestamente, se você quer ser Designer de Experiências CxZ precisa ter gosto por se jogar no desconfortável, no desconhecido, no arregaçar as mangas para fazer algo novo. Isso significa que, em um dia, você vai subir num palco para treinar centenas de pessoas e no outro vai descolar fita e carpete do chão para entregar o espaço da mesma maneira como o recebeu. E fará tudo isso com os olhos brilhando, um sorriso no rosto, o coração em paz, os pés exaustos, as mãos sujas e a alma calejada de ter desafiado seu propósito mais uma vez.
Na vida, não há fórmula mágica para alcançar o sucesso. No Design de Experiências também não. Porém, tenho a impressão de que quando conhecemos com mais assertividade o nosso propósito (e, consequentemente, a nós mesmos) fica mais fácil saber o tamanho do desafio que está na nossa frente e decidir. Aquele projeto faz sentido em como eu penso o mundo? Representa a mudança que quero ver? E mais, há um desafio interessante? Uma oportunidade de pôr meus talentos e conhecimentos em outra direção? Se sim a tudo isso, aí vamos nós.
Dia desses ouvi numa reunião de uma cliente: “Você apresenta as coisas e a gente se empolga só de ouvir você falar!”. E é verdade, eu me empolgo mesmo. Porque, de verdade, eu tenho o privilégio de fazer experiências que acredito, que representam quem eu sou como pessoa, como profissional e como espírito. E estas experiências não são apenas fruto do conhecimento técnico, da criatividade aplicada, da disrupção que pulsa e muitas vezes não me deixa descansar até criar algo. É o propósito (ou propósitos) que ganha concretude. São os desafios que foram superados. São pedacinhos de desejos de transformação que se multiplicam por aí. São quem eu sou, em experiências, para o mundo, para todo mundo.
Para saber mais sobre esse mundo, me acompanha lá nas minhas redes!
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